Quatro dias de primeiro mundo
Carnaval chegando, todos se preparado para aproveita-lo à sua maneira.
Tem os que viajam, enfrentam rodoviárias lotadas, ônibus apertado, trânsito caótico, engarrafamentos mosntros.
Tem os que ficam aqui no Rio e curtem os blocos, variados, que pouco a pouco tentam estão renascendo o carnaval de rua da cidade.
Tem os que se isolam do mundo, no alto da serra, dentro de fazendas.
Tem os que dizem detestar a folia e se trancam dentro de casa, acompanhando animadamente os bailes de carnaval na tv .
Tem os que entram em confronto com o carnaval, questionando a razão da existência da festa. “O país para quatro dias .”
Bem, há outros subgrupos de foliões e anti-foliões e tem sido sempre assim.
No entanto, uma afirmação muito comum entre os anti-foliões citada anteriormente é : “O país para quatro dias” .
És o grande equívoco. O país não para, é nessa epoca que como disse num post anterior, tudo é organizado. O samba não atravessa a avenida, evolui com tempo marcado. O trio não enguiça, o som não falha, que pagou o abadá, a arquibancada, não se priva do espetáculo.
Muita gente sem trabalho o ano todo, consegue um emprego. A economia fica aquecida.
Mas.........
Todo Carnaval tem seu fim
Escrito por Markk às 09h17
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